Arquivo da categoria: arteterapia

Os chakras

Padrão

 

                     images

 

A  palavra  chakra  é  de  origem  sânscrita, e  se  traduz  pelo  termo  roda. Efetivamente, o formato de um chakra é circular, lembrando uma roda e se localiza no corpo etérico do ser humano.

Chakras são vórtices de energia situados no corpo energético e que têm como função principal a absorção de energia – prana, chi – do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico. Os principais chakras são sete – que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino.

chakras-e-glandulas-endocrinas-copy

Quando temos pensamentos, sentimentos e desejos positivos ou negativos fazemos com que estes vórtices de energia girem no sentido horário (positivo), no sentido anti-horário (negativo) ou fiquem parados (estagnados).
Podemos atingir o máximo de giros positivos quando temos pensamentos, sentimentos e desejos positivos e podemos ter os giros negativos ou estagnado quando apresentamos pensamentos, sentimentos e desejos negativos.
Quando o negativo ou estagnado ocorre dificulta o funcionamento dos centros de força e diminui nossas percepções.

               48ec21a3931fec7b195959699ea53bb3

 

Chakra Coronário – é o centro de força situado no topo da cabeça. É o centro de ligação entre o plano físico e nosso Eu interior. É o chakra responsável pela expansão da consciência e pela captação das ideias elevadas. Em desequilíbrio gera falta de inspiração, confusão e alienação.  Em equilíbrio há fortalecimento, com pensamentos claros sobre si e o mundo.Está ligado à glândula pineal.

Chakra Frontal – é o centro de força situado  no ponto entre as sobrancelhas. Está ligado à glândula hipófise – pituitária – e tem relação direta com a intuição. É o chakra da aprendizagem e do conhecimento. Quando está em desiquilíbrio há bloqueios mentais, pensamentos obsessivos e falta de aprofundamento. Em equilíbrio vem a intuição, a conexão, trazendo foco e atenção

Chakra Laríngeo – é o centro de força situado em frente da garganta. É o responsável pela energização da boca, garganta e órgãos respiratórios. Está ligado à glândula tireoide. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chakras da cabeça. É o Chakra responsável pela expressão criativa – comunicação – do ser humano no mundo.Trabalha elemento éter.

Chakra Cardíaco – é o centro de força responsável pela energização do sistema respiratório, imunológico e circulatório. Em desequilíbrio gera instabilidade emocional, frieza e apatia. Equilibrado gera sentimento de compaixão, altruísmo e amor incondicional. Está ligado à glândula timo.Trabalha elemento ar.

Chakra Plexo Solar– é o centro de força abdominal, responsável pela energização do sistema digestivo. Está ligado à glândula pâncreas. É considerado o chakra das emoções inferiores ( egoísmo, irritação, ódio, dificuldade de assimilação, apatia). Bem desenvolvido, facilita a percepção das energias ambientais.Trabalha elemento fogo.

Chakra Umbilical – é o centro de força responsável pela energização dos órgãos sexuais. Está ligado às gônadas – sistema reprodutor. Em desequilíbrio gera compulsão, problemas de auto estima e bloqueio emocional. Bem desenvolvido, estimula o melhor funcionamento dos outros chakras. É o chakra da troca sexual e da alegria.Trabalha elemento água.

Chakra Básico – é o centro de força situado na área da base da coluna. É o responsável pela absorção da energia telúrica. É a nossa sustentação, nossa postura perante o mundo. Está ligado às glândulas suprarrenais . Trabalha elemento terra.

 

5eb946_a8ced44b41b34a5f889d5680ee593d89

Os óleos essenciais e os Chakras correspondentes

Os óleos essenciais potencializam o efeito da imposição de mãos (reiki) ou massagem em sentindo horário nos pontos em que estão os chakras. Para cada chakra há um óleo essencial apropriado.

1. Chakra raiz: Cedro
2. Chakra Umbilical: Laranja, sálvia esclaréia e ylang ylang.
3. Chakra Plexo solar: Cedro, laranja e manjericão.
4. Chakra do coração: Hortelã pimenta, gerânio, laranja e ylang ylang.
5. Chakra da garganta: laranja, cipreste e lavanda.
6. Chakra Frontal: Alecrim, hortelã-pimenta, manjericão e sálvia esclaréia.
7. Chakra da caroa: Lavanda.

 

cristais-chakras-pedras-cura-terapia-centros-energeticos-z

Os cristais também podem harmonizar os sistemas de chakras, contribuindo para a saúde e bem estar do corpo e do espírito. Cada cristal é associado a um centro energético, tanto pela sua cor como pelas suas qualidades.

O livro ‘Jung e o Ioga’, de Judith Harris, Ed. Claridade aborda a visão de Jung, como sonhos e arquétipos, baseados em seus estudos dos Chakras e da Kundalini, os centros energéticos no corpo e a energia primordial, respectivamente.
Assim como Jung quebrou paradigmas é foi além da ciência racional para compreender o ser humano, quem busca a felicidade deve abrir-se para um entendimento mais amplo dos símbolos da nossa sociedade e sua influência sobre nossos pensamentos, sentimentos e emoções.

download

À medida que tomamos contato com o chakra inferior, confrontamo-nos com o medo primitivo de abandono, da perda, enfrentando a possibilidade de estarmos verdadeiramente sós. Porém, isso é apenas uma ilusão, já que estamos todos essencialmente sozinhos; nascemos sozinhos e morremos sozinhos. Somente através da ligação com o mundo arquetípico é que conseguimos sentir um ambiente amoroso à nossa volta. “Estar no mundo é ter um ego e saber que o ego só nos foi dado como instrumento para revelação da energia divina, não como um fim em si mesmo.” Jung e o Ioga” Judith Harris

nova-imagem

Fonte:

http://www.ippb.org.br
http://www.heartjoia.com/
http://ventosdepaz.blogspot.com.br/
http://andreaalves.blog.br/

http://monas.com.br
https://coresdeciclamen.wordpress.com

http://pablo.deassis.net.br/

Escrever, um prazer terapêutico

Padrão

untitled

Ao longo das nossas vidas experimentamos muitos sentimentos diferentes, mas não basta apenas dar-lhes voz; eles precisam ser escritos, trazidos à luz para serem vistos nas palavras e frases no papel. Escrever é uma verdadeira terapia.

Escreva se você estiver triste, se estiver feliz, se o seu amor se foi ou se alguém muito próximo morreu. Escreva e não pare até expressar todos os seus sentimentos e sensações. Não pense, apenas escreva.

Em 1999 foi realizado um estudo nos Estados Unidos pela Associação Médica Americana que estudou os efeitos da escrita em diversos pacientes com vários tipos de doenças.

Os pacientes com asma melhoraram seus níveis de respiração, os doentes com artrite sentiram alívio nas dores, portanto os efeitos positivos da escrita foram comprovados.
“Escrever é uma forma de terapia. Às vezes me pergunto como conseguem escapar da loucura, da melancolia e do pânico, que são estados próprios da condição humana, os que não escrevem, não compõem e não pintam.”
-Grahan Green-

Escrever é uma terapia

Em junho de 2008 um estudo do Journal of Pain and Symptom Management revelou que um grupo de pacientes com câncer que escreviam por 20 minutos uma vez por semana experimentaram uma melhora significativa em sua saúde emocional e um grande bem-estar lendo suas histórias para os outros.

Um dos grandes defensores da escrita como uma forma de terapia é o Dr. James Pennebaker. Em seu livro “Abra seu coração: O poder da cura através da expressão das emoções”, ele diz que escrever sobre experiências desagradáveis ajuda a melhorar o ânimo, diluir a raiva, e fortalecer o sistema imunológico. Ele também dá alguns conselhos para utilizar a escrita como terapia:

– Pergunte a si mesmo: Há quanto tempo eu me sinto assim?

Se a resposta automática for “muito tempo”, é preciso procurar ajuda e o primeiro passo pode ser começar a escrever.

– Comprometa-se a escrever vinte minutos durante quatro dias consecutivos.

Os estudos demonstram que esse tempo é suficiente para construir uma história sobre o que nos preocupa e, assim, desabafar.

– Escreva sem parar

Não se preocupe com a sintaxe ou ortografia, ou o significado do que escreve. Libere os sentimentos, deixe as emoções fluírem.

Tente escrever uma história que conecte os vários aspectos da sua vida: trabalho, relações emocionais, etc. Descrevendo em palavras o que o preocupa em cada setor da sua vida, você perceberá as conexões que podem existir.

Os benefícios terapêuticos de escrever

A escrita tem benefícios positivos inegáveis sobre muitos aspectos da nossa vida: alivia nossa angústia, nos ajuda a dar forma, entender e solucionar o que nos preocupa.

Algumas vantagens de escrever como terapia são as seguintes:

1- Estimula nossa criatividade

Escrever é algo muito criativo; nos ajuda a nos expressarmos melhor, a encontrar novas soluções, novas ideias, a imaginar e sonhar.

“Não existem mais do que duas regras para escrever: ter algo a dizer e dizê-lo”.
Oscar Wilde

2- Nos ajuda a gerir nossas emoções

Quando escrevemos derramamos todas as nossas emoções no papel. Podemos rir ou chorar enquanto escrevemos. O que transmitimos através das nossas palavras nos ajuda a gerir nossas emoções e entendê-las a partir de outro ponto de vista.

3- Permite o autoconhecimento

O que escrevemos vem do coração, do nosso ser mais profundo; colocar os sentimentos em palavras nos faz perceber como realmente somos, como as circunstâncias da vida nos afetam, como são a raiva e a frustração que sentimos. Damos nome aos sentimentos e os enfrentamos “cara a cara”.

4- Nos dá a oportunidade de compartilhar nossos sentimentos

Podemos escrever para nós mesmos ou mostrar para os outros e compartilhar nossos sentimentos e experiências.

O fato de mostrar para outras pessoas nos permite avaliar outros pontos de vista e receber a empatia das pessoas próximas.

Escrever é uma terapia

Técnicas de escrita terapêutica

Para começar a escrever como terapia, o essencial é soltar a imaginação e seguir alguns conselhos simples.

– Escreva vinte minutos por dia durante quatro dias.

Escreva de forma automática, não se preocupe com o sentido das frases, com a ortografia, etc.

– Escreva sobre os problemas que mais o preocupam, sobre os aspectos da sua vida que julga mais importantes.

– Se precisa resolver um problema com alguém, escreva uma carta, mesmo que não a envie e a pessoa nunca leia.

E acima de tudo, escreva sua história com um final feliz e viva.

“Para mim, escrever é viver, conhecer, ser arqueólogo de si mesmo. Escavar, e quando escavamos descobrimos dentro de nós o criminoso e o santo, o herói e o covarde”.
-José Luis Sampedro-

Contos e Mitos

Padrão

“Quando apresentamos um mito ou contamos uma história de fadas, existe para a pessoa que participa, isto é, para quem se emociona com ela, um efeito curativo, pois devido a sua participação, ela é enquadrada numa forma arquetípica de comportamento e, desse modo, pode chegar pessoalmente “`a ordem” (Emma Jung)

 

O Eterno Imaginário, óleo sobre tela de John Anster

A magia dos contos  e mitos é o encontro do consciente com o inconsciente, e é através deste dar as mãos que nasce o símbolo.

“Onde está a sonata antes de ser tocada no piano.” (Rubens Alves). A sonata já existe, mas está em outra dimensão. Ela nasce para o artista como inspiração. A sonata está no inconsciente coletivo e o artista tem o acesso a ela através de suas vivências e experiências.

“Jung nos ensinou que, do ponto de vista simbólico, os personagens dos mitos e contos de fadas podem ser vistos como representantes de forças que atuam em nossa psique coletiva, e portanto fazem parte da constituição de nossa natureza humana e da natureza planetária (de acordo com o ponto de vista da psicologia simbólica, psique e mundo são aspectos diferentes de uma mesma realidade multifacetada, que se manifesta através de infinitas faces). Por isso, o conhecimento do mundo e da natureza à nossa volta tem como contraponto e complemento indissociável o auto-conhecimento. E, sendo forças, essas forças não são “boas” nem “más”: tudo depende do direcionamento que damos a elas, de como as atualizamos e contextualizamos, de como nos relacionamos com elas”. (Bernardo, 2004:132-3)

” Só é olhado pelo céu quem olha para as estrelas” (Mia Couto)

MITO DA CAVERNA – PLATÃO

Padrão

O mito ou “Alegoria” da caverna é uma das passagens mais clássicas da história da Filosofia, sendo parte constituinte do livro VI de “A República” onde Platão discute sobre teoria do conhecimento, linguagem e educação na formação do Estado ideal.

A narrativa expressa dramaticamente a imagem de prisioneiros que desde o nascimento são acorrentados no interior de uma caverna de modo que olhem somente para uma parede iluminada por uma fogueira. Essa, ilumina um palco onde estátuas dos seres como homem, planta, animais etc. são manipuladas, como que representando o cotidiano desses seres. No entanto, as sombras das estátuas são projetadas na parede, sendo a única imagem que aqueles prisioneiros conseguem enxergar. Com o correr do tempo, os homens dão nomes a essas sombras (tal como nós damos às coisas) e também à regularidade de aparições destas. Os prisioneiros fazem, inclusive, torneios para se gabarem, se vangloriarem a quem acertar as corretas denominações e regularidades.

Imaginemos agora que um destes prisioneiros é forçado a sair das amarras e vasculhar o interior da caverna. Ele veria que o que permitia a visão era a fogueira e que na verdade, os seres reais eram as estátuas e não as sombras. Perceberia que passou a vida inteira julgando apenas sombras e ilusões, desconhecendo a verdade, isto é, estando afastado da verdadeira realidade. Mas imaginemos ainda que esse mesmo prisioneiro fosse arrastado para fora da caverna. Ao sair, a luz do sol ofuscaria sua visão imediatamente e só depois de muito habituar-se com a nova realidade, poderia voltar a enxergar as maravilhas dos seres fora da caverna. Não demoraria a perceber que aqueles seres tinham mais qualidades do que as sombras e as estátuas, sendo, portanto, mais reais. Significa dizer que ele poderia contemplar a verdadeira realidade, os seres como são em si mesmos. Não teria dificuldades em perceber que o Sol é a fonte da luz que o faz ver o real, bem como é desta fonte que provém toda existência (os ciclos de nascimento, do tempo, o calor que aquece etc.).

Maravilhado com esse novo mundo e com o conhecimento que então passara a ter da realidade, esse ex-prisioneiro lembrar-se-ia de seus antigos amigos no interior da caverna e da vida que lá levavam. Imediatamente, sentiria pena deles, da escuridão em que estavam envoltos e desceria à caverna para lhes contar o novo mundo que descobriu. No entanto, como os ainda prisioneiros não conseguem vislumbrar senão a realidade que presenciam, vão debochar do seu colega liberto, dizendo-lhe que está louco e que se não parasse com suas maluquices acabariam por matá-lo.

Este modo de contar as coisas tem o seu significado: os prisioneiros somos nós que, segundo nossas tradições diferentes, hábitos diferentes, culturas diferentes, estamos acostumados com as noções sem que delas reflitamos para fazer juízos corretos, mas apenas acreditamos e usamos como nos foi transmitido. A caverna é o mundo ao nosso redor, físico, sensível em que as imagens prevalecem sobre os conceitos, formando em nós opiniões por vezes errôneas e equivocadas, (pré-conceitos, pré-juízos). Quando começamos a descobrir a verdade, temos dificuldade para entender e apanhar o real (ofuscamento da visão ao sair da caverna) e para isso, precisamos nos esforçar, estudar, aprender, querer saber. O mundo fora da caverna representa o mundo real, que para Platão é o mundo inteligível por possuir Formas ou Idéias que guardam consigo uma identidade indestrutível e imóvel, garantindo o conhecimento dos seres sensíveis. O inteligível é o reino das matemáticas que são o modo como apreendemos o mundo e construímos o saber humano. A descida é a vontade ou a obrigação moral que o homem esclarecido tem de ajudar os seus semelhantes a saírem do mundo da ignorância e do mal para construírem um mundo (Estado) mais justo, com sabedoria. O Sol representa a Idéia suprema de Bem, ente supremo que governa o inteligível, permite ao homem conhecer e de onde deriva toda a realidade (o cristianismo o confundiu com Deus).

Portanto, a alegoria da caverna é um modo de contar imageticamente o que conceitualmente os homens teriam dificuldade para entenderem, já que, pela própria narrativa, o sábio nem sempre se faz ouvir pela maioria ignorante.

Por João Francisco P. Cabral

Visualização Criativa, Contos e Mitos

Padrão

O trabalho com Visualização Criativa, Contos e Mitos tem o objetivo de fazer os conteúdos inconscientes virem para a consciência e desta forma serem acolhidos, trabalhados e resignificados.

O inconsciente é criativo por natureza. Jung diz que o inconsciente não é somente um depósito das coisas que não acessamos, toda nossa criatividade vem dele. Os símbolos surgem nos aspectos conscientes e inconscientes. Através do consciente atraímos conteúdos do inconsciente que necessitam ser elaborados e transformados. Todo conteúdo que não trabalharmos no consciente vai para o inconsciente por não estarem prontos para serem elaborados.

O inconsciente coletivo é a camada mais profunda de nossa alma. É coletivo porque não pertence ao indivíduo, mas à humanidade. Tem como base os arquétipos e só pode tornar-se consciente quando o inconsciente pessoal tomá-lo através das experiências. Todas as idéias e representações mais poderosas da humanidade remontam aos arquétipos. Os arquétipos são tendências psíquicas universalmente herdadas, via evolução da espécie para representar imagens semelhantes. O acesso se faz através da observação dos sonhos, nos mitos, nos contos de fadas, nas religiões, nas artes dramáticas, plásticas e esculturas, peças publicitárias e relacionamentos humanos.

A criação de história a partir de sonhos, de imaginação ativa, imaginação dirigida ou de desenhos livres é uma técnica expressiva valiosa.

“A regra psicológica diz que quando uma situação interna não é conscientizada, ela acontece fora, como destino”. Carl Gustav Jung

Arteterapia

Padrão

Arte Terapia é uma abordagem que utiliza os suportes artísticos com objetivos terapêuticos.

”É um campo disciplinar baseado na concepção que todo indivíduo tem uma capacidade inata para expressar anseios, angústias, crenças, sofrimento, desejos, prazeres, pensamento em formas e imagens visuais, auditivas, táteis e poéticas.” (OLIVEIRA, 2011)
* Transforma pensamentos e sentimentos em imagens.
* É um espaço de expressão para organização do mundo interno e diálogo com aspectos desconhecidos, onde as imagens são mobilizadas fazendo com que elas tenham fluxo e voltem resignificadas.
*Dá forma as emoções, despotencializa o afeto e ativa forças autocurativas

”Qualquer pessoa pode tirar proveito desse processo: crianças, adolescentes, adultos, idosos, doentes mentais, dependentes químicos ou deficientes. Todos podem se beneficiar da possibilidade de se expressar de um modo livre, natural e intuitivo, exercendo o potencial humano da criatividade. O paciente é levado pelo arteterapeuta a se soltar da maneira mais espontânea possível, rabiscando, colorindo, desenhando, modelando, enfim, criando imagens, poesia, música, de acordo com seus próprios recursos pessoais. Será por meio dessas atividades que poderá expressar seus sentimentos, pensamentos, emoções, atitudes, descobrindo aspectos seus que antes não estavam claros, reconhecendo-se no que saiu de si, e na materialidade dos elementos concretos colocados à sua disposição.”   ( OLIVEIRA, S. Símbolo, Signo, Imagem: reflexões de uma clínica imaginal.)